Quinta-feira, Setembro 28, 2006
Terça-feira, Setembro 26, 2006
Recordando X
Amante

- Olá
- Há algum tempo que não me visitavas
- É verdade, desculpa, nem sempre posso, sabes disso
- Eu sei, não me estou a queixar, apenas a desabafar
- Compreendo. E tu, como estás?
- Como sempre, faço por estar bem.
- Ok, então faz por EU estar bem, É para isso que aqui venho.
- Os teus pedidos são ordens, minha querida.
Não, não pago por nada e delicio-me cada vez que lá vou.
Quando um homem quer agradar, consegue. Principalmente quando não lhes pertencemos e sabe que lhe podemos fugir por entre os dedos a qualquer momento.
Cativa-me. Devora-me de forma a que amanhã eu queira voltar novamente. Explora-me, toca-me, beija-me e abre-me como só tu fazes. Quero ficar dorida, sentir-me desventrada de tanto prazer que me dás quando me tocas e penetras. Mexe-me no corpo e atinge a minha alma.
És inteligente. É também por isso que continuo aqui. Não tolero burrice e conversas pouco interessantes. És uma boa foda, mas também sabes falar comigo.
Mas nunca te esqueças que és apenas um apêndice na minha vida. Quero manter-te enquanto não me incomodares. Sabes o que tens a fazer, és inteligente.
Faz-me sentir bem, acarinha-me, ouve-me e come-me como só tu sabes que gosto.
Mas não tentes cobrar nada, se não, terei de me ver livre de ti.

- Olá
- Há algum tempo que não me visitavas
- É verdade, desculpa, nem sempre posso, sabes disso
- Eu sei, não me estou a queixar, apenas a desabafar
- Compreendo. E tu, como estás?
- Como sempre, faço por estar bem.
- Ok, então faz por EU estar bem, É para isso que aqui venho.
- Os teus pedidos são ordens, minha querida.
Não, não pago por nada e delicio-me cada vez que lá vou.
Quando um homem quer agradar, consegue. Principalmente quando não lhes pertencemos e sabe que lhe podemos fugir por entre os dedos a qualquer momento.
Cativa-me. Devora-me de forma a que amanhã eu queira voltar novamente. Explora-me, toca-me, beija-me e abre-me como só tu fazes. Quero ficar dorida, sentir-me desventrada de tanto prazer que me dás quando me tocas e penetras. Mexe-me no corpo e atinge a minha alma.
És inteligente. É também por isso que continuo aqui. Não tolero burrice e conversas pouco interessantes. És uma boa foda, mas também sabes falar comigo.
Mas nunca te esqueças que és apenas um apêndice na minha vida. Quero manter-te enquanto não me incomodares. Sabes o que tens a fazer, és inteligente.
Faz-me sentir bem, acarinha-me, ouve-me e come-me como só tu sabes que gosto.
Mas não tentes cobrar nada, se não, terei de me ver livre de ti.
Quinta-feira, Setembro 21, 2006
Recordando IX
O Desenho Acabado

‘Finalmente apareceu...Fiquei com receio de não querer terminar o desenho’
‘Não’ sorri ‘Nada disso, apenas só agora me apeteceu voltar’
‘Vamos continuar então?’
‘Vamos’
O pudor daquele dia não entrou hoje, por isso me despi com pouca demora para ir ter com ele, para me expor à apreciação daquele homem, para quem me tinha masturbado, sem o conhecer. Retomada a posição de semi deitada na chaise long, ele reiniciou o desenho. Concentrei-me apenas no trabalho, na ansiedade de me certificar das qualidades dele como desenhador. Queria mesmo ver o meu desenho.
Sedutora linguagem corporal, a dele. A forma como se impõe perante o tripé, com o carvão na mão...esse que lhe marcou o corpo. Os seus olhos observavam-me, para depois rabiscar a sua folha branca, onde eu aparecia a preto e branco...ele sorri.
Que desenhas stranger? Os meus seios...as minhas ancas...o meu monte de vénus...observas bem todos os meus sinais, os meus recantos, tudo...
Nem dei pelo tempo passar, nem senti os músculos a pedir alongamentos.
‘Já está’.
Levantei-me e fui ao seu encontro para pregar os olhos no resultado.
‘Sou assim?’ ele sorriu, perante a minha perplexidade ‘Mas eu aqui sou linda’
‘A desenhar vemos pormenores que mais ninguém vê. A desenhá-la vi traços, rugas, manchas, sinais, enfim, vi as suas características, aquelas que com certeza quem se deita consigo e lhe toca não conhece nem vê’.
Aproximei-me mais dele e beijei-lhe a face ‘Obrigada’.
Que homem quente. Arrisquei uma passagem pelo lóbulo da sua orelha esquerda, com os meus lábios fechados e ele deixou. Abracei-o instintivamente. O retrato tinha ficado muito bonito, sem duvida. Apertei-o ainda mais e os meus seios ficaram encostados ao seu braço esquerdo. Ele não se moveu, apenas sorriu e retribui-me o abraço quando se vira para mim. O seu abraço é reconfortante, protector. Vem acompanhado de um beijo delicioso, envolvente, profundo...
‘Dá-me licença?’ diz segurando-me na mão e convidando-me a acompanhá-lo. Deixo-me ir atrás dele, completamente nua. Ele leva-me para o quarto onde eu me tinha despido e eu entendi o que ia acontecer...
‘Deixo-a à vontade para se vestir’
Vesti-me, sempre com o pensamento nele, no desenho, nos momentos que ali passei e nas sensações que ele me provocou sem sequer me ter tocado.
Senti-me tranquila...

‘Finalmente apareceu...Fiquei com receio de não querer terminar o desenho’
‘Não’ sorri ‘Nada disso, apenas só agora me apeteceu voltar’
‘Vamos continuar então?’
‘Vamos’
O pudor daquele dia não entrou hoje, por isso me despi com pouca demora para ir ter com ele, para me expor à apreciação daquele homem, para quem me tinha masturbado, sem o conhecer. Retomada a posição de semi deitada na chaise long, ele reiniciou o desenho. Concentrei-me apenas no trabalho, na ansiedade de me certificar das qualidades dele como desenhador. Queria mesmo ver o meu desenho.
Sedutora linguagem corporal, a dele. A forma como se impõe perante o tripé, com o carvão na mão...esse que lhe marcou o corpo. Os seus olhos observavam-me, para depois rabiscar a sua folha branca, onde eu aparecia a preto e branco...ele sorri.
Que desenhas stranger? Os meus seios...as minhas ancas...o meu monte de vénus...observas bem todos os meus sinais, os meus recantos, tudo...
Nem dei pelo tempo passar, nem senti os músculos a pedir alongamentos.
‘Já está’.
Levantei-me e fui ao seu encontro para pregar os olhos no resultado.
‘Sou assim?’ ele sorriu, perante a minha perplexidade ‘Mas eu aqui sou linda’
‘A desenhar vemos pormenores que mais ninguém vê. A desenhá-la vi traços, rugas, manchas, sinais, enfim, vi as suas características, aquelas que com certeza quem se deita consigo e lhe toca não conhece nem vê’.
Aproximei-me mais dele e beijei-lhe a face ‘Obrigada’.
Que homem quente. Arrisquei uma passagem pelo lóbulo da sua orelha esquerda, com os meus lábios fechados e ele deixou. Abracei-o instintivamente. O retrato tinha ficado muito bonito, sem duvida. Apertei-o ainda mais e os meus seios ficaram encostados ao seu braço esquerdo. Ele não se moveu, apenas sorriu e retribui-me o abraço quando se vira para mim. O seu abraço é reconfortante, protector. Vem acompanhado de um beijo delicioso, envolvente, profundo...
‘Dá-me licença?’ diz segurando-me na mão e convidando-me a acompanhá-lo. Deixo-me ir atrás dele, completamente nua. Ele leva-me para o quarto onde eu me tinha despido e eu entendi o que ia acontecer...
‘Deixo-a à vontade para se vestir’
Vesti-me, sempre com o pensamento nele, no desenho, nos momentos que ali passei e nas sensações que ele me provocou sem sequer me ter tocado.
Senti-me tranquila...
Segunda-feira, Setembro 18, 2006
Recordando VIII
O Desenho
Tínhamos combinado o encontro no 'Colombo', pois é perto da casa dele e mesmo em frente do estádio do meu Glorioso. Eu queria um trabalho sério, profissional, por isso e por ser conhecido de gente conhecida e já com curriculum, telefonei-lhe, há duas semanas atrás:
'Olá, boa tarde, o seu contacto foi-me dado pela Maria....'
'Sim, sim, ela falou comigo, estava à espera que me ligasse.. como está?'
'Bem''Quer então combinar para fazermos o trabalho?'
'Sim, claro. Os próximos dias tenho-os um pouco ocupados, mas diga-me você: para quando?'
'Eu vou estar fora uns dias. Podemos combinar para daqui a duas semanas?'
'Claro'
'Ok. Encontramo-nos então no ......'
Passaram as duas semanas sem dar por elas e chegou o dia, finalmente.Ele chegou ao local combinado, tomámos um café e seguimos para casa dele. Uma das divisões está preparada para receber os seus trabalhos: Um tapete com o pelo alto, de cor bege, encontra-se mesmo no meio da sala e aloja uma chaise long. A uns 2, 3 metros, está o tripé e um banco de pé alto. Os lugares estão marcados.
'Fique à vontade, sirva-se do que quiser. A casa de banho é esta porta, pode colocar as suas coisas nesta cadeira e se quiser, está aqui um robe. Volto já'.
A sala está pintada de amarelo muito claro, a chaise long é de veludo preto (vá lá...não é de veludo bordeaux). Começo a despir-me, enquanto me habituo à divisão. Tiro a blusa, penduro nas costas da cadeira, desaperto o fecho da saia, que escorrega pelas minhas pernas e me cai aos pés. Sinto-me um pouco insegura com esta novidade, mas excitada e ansiosa pelo resultado. Tiro os sapatos, as meias e o soutien. Para me proteger um pouco desta insegurança momentânea visto o robe que ele me disponibilizou. Sento-me na chaise long e espero que ele entre.
'Demorei?' pergunta, já com o material de desenho na mão.
'Não, deu para me ambientar'.
'Quando quiser, podemos começar' disse-me. Antes de tirar o robe, despi as cuecas. O toque do cetim do robe nas minhas nádegas fez-me pensar no que estava a acontecer desde que o tinha vestido e mostrou-me como a textura de um tecido pode ser importante para os sentidos. Não, nunca fiz amor em lençóis de cetim, mas acabei de ser apresentada ao seu toque sedutor, através deste robe.
Despi-o também e fiquei completamente nua à frente dele, que me olhava fixamente, como que a ler os meus pensamentos. 'Sento-me?...Deito-me?...que faço?' E ele vem na minha direcção ajudar-me, para que ficasse semi deitada. O toque das mãos dele não me deixou indiferente. Talvez pela minha exposição. Borboleta, controla-te...ainda acabas a devorar o homem...mas que raio.
Que hei-de fazer? Ele observa-me, pega num pedaço de carvão e ataca a folha branca, iniciando o seu esboço. A sua linguagem corporal é agradável e eu dou comigo a fixar o seu olhar, as suas mãos, os seus dedos longos agora já sujos do carvão.
Começo a ficar incomodada, com os músculos presos, a quererem movimento. Ele reparou que o fixo e sorri 'Só mais um pouco e já descansamos, pode ser?' e arfei um 'Claro'. A minha imaginação começava a ver aquele homem noutras posições, aqueles dedos a explorar-me e a pegar em outras coisas que não o carvão e dei comigo a balançar levemente as pernas. Pronto, já está, Borboleta...que raio de libido.... A minha mão, que repousava ao lado do meu corpo acaricia a minha virilha. Ele fixa-me mas continua a desenhar e eu não tiro os olhos dele.
Toda nua em frente a um homem que me desenha e me excita simplesmente por isso mesmo, porque está a desenhar-me os contornos e eu, como por magia senti-o a passar pelo meu corpo. Estará ele como eu? A minha mão quer acalmar, mas os meus dedos passeiam na minha púbis e eu estou-me borrifando para o facto de não parar quieta. Ele continua a desenhar, ou finge, mas as suas faces ganham cor. Os meus dedos brincam com o meu clitóris, que acordou sob o olhar daquele homem. Vamos ver até onde resistes. 'Não se importa que eu me ponha à vontade?' perguntou 'Faça de conta que está em casa' provoquei. Ele pousa o carvão e despe a t-shirt mostrando o tronco nu. Este homem surpreende-me quando desaperta os botões das calças e as despe, mostrando que além de não usar roupa interior, o excitei imenso.
'Satisfeita? É assim que estou, minha senhora. Tudo por sua causa. Continuamos?' Gargalhei. Acabaste de me dar um livre transito para o prazer... Provocadoramente passa os dedos pelo corpo, deixando-o sujo de carvão. Eu sei o que fazes, mas não te vais rir de mim...
Em vez de deitada, encosto-me na chaise long e entreabro as pernas de frente para ele. Olha para mim. A minha mão recomeça a caminhada para o meu bel-prazer. O rondar do clitóris, o enfiar um dedo em mim, o trazê-lo à minha boca para me saborear...ele pára. Desvia o tripé e assim, todo nu à minha frente, limita-se a olhar para mim, a ver a minha exploração, a ouvir os meus gemidos.
Os meus dedos não se cansam, ele não se levanta, mas masturba-se e eu quero vê-lo e não o chamo. Continuo a minha caminhada pelo meu próprio corpo até lá chegar...sozinha, ao ponto que dita o fim desta bela viagem.
O desenho não ficou acabado.
'Quando volta para acabarmos o trabalho?'
'Talvez um dia destes...'
Tínhamos combinado o encontro no 'Colombo', pois é perto da casa dele e mesmo em frente do estádio do meu Glorioso. Eu queria um trabalho sério, profissional, por isso e por ser conhecido de gente conhecida e já com curriculum, telefonei-lhe, há duas semanas atrás:'Olá, boa tarde, o seu contacto foi-me dado pela Maria....'
'Sim, sim, ela falou comigo, estava à espera que me ligasse.. como está?'
'Bem''Quer então combinar para fazermos o trabalho?'
'Sim, claro. Os próximos dias tenho-os um pouco ocupados, mas diga-me você: para quando?'
'Eu vou estar fora uns dias. Podemos combinar para daqui a duas semanas?'
'Claro'
'Ok. Encontramo-nos então no ......'
Passaram as duas semanas sem dar por elas e chegou o dia, finalmente.Ele chegou ao local combinado, tomámos um café e seguimos para casa dele. Uma das divisões está preparada para receber os seus trabalhos: Um tapete com o pelo alto, de cor bege, encontra-se mesmo no meio da sala e aloja uma chaise long. A uns 2, 3 metros, está o tripé e um banco de pé alto. Os lugares estão marcados.
'Fique à vontade, sirva-se do que quiser. A casa de banho é esta porta, pode colocar as suas coisas nesta cadeira e se quiser, está aqui um robe. Volto já'.
A sala está pintada de amarelo muito claro, a chaise long é de veludo preto (vá lá...não é de veludo bordeaux). Começo a despir-me, enquanto me habituo à divisão. Tiro a blusa, penduro nas costas da cadeira, desaperto o fecho da saia, que escorrega pelas minhas pernas e me cai aos pés. Sinto-me um pouco insegura com esta novidade, mas excitada e ansiosa pelo resultado. Tiro os sapatos, as meias e o soutien. Para me proteger um pouco desta insegurança momentânea visto o robe que ele me disponibilizou. Sento-me na chaise long e espero que ele entre.
'Demorei?' pergunta, já com o material de desenho na mão.
'Não, deu para me ambientar'.
'Quando quiser, podemos começar' disse-me. Antes de tirar o robe, despi as cuecas. O toque do cetim do robe nas minhas nádegas fez-me pensar no que estava a acontecer desde que o tinha vestido e mostrou-me como a textura de um tecido pode ser importante para os sentidos. Não, nunca fiz amor em lençóis de cetim, mas acabei de ser apresentada ao seu toque sedutor, através deste robe.
Despi-o também e fiquei completamente nua à frente dele, que me olhava fixamente, como que a ler os meus pensamentos. 'Sento-me?...Deito-me?...que faço?' E ele vem na minha direcção ajudar-me, para que ficasse semi deitada. O toque das mãos dele não me deixou indiferente. Talvez pela minha exposição. Borboleta, controla-te...ainda acabas a devorar o homem...mas que raio.
Que hei-de fazer? Ele observa-me, pega num pedaço de carvão e ataca a folha branca, iniciando o seu esboço. A sua linguagem corporal é agradável e eu dou comigo a fixar o seu olhar, as suas mãos, os seus dedos longos agora já sujos do carvão.
Começo a ficar incomodada, com os músculos presos, a quererem movimento. Ele reparou que o fixo e sorri 'Só mais um pouco e já descansamos, pode ser?' e arfei um 'Claro'. A minha imaginação começava a ver aquele homem noutras posições, aqueles dedos a explorar-me e a pegar em outras coisas que não o carvão e dei comigo a balançar levemente as pernas. Pronto, já está, Borboleta...que raio de libido.... A minha mão, que repousava ao lado do meu corpo acaricia a minha virilha. Ele fixa-me mas continua a desenhar e eu não tiro os olhos dele.
Toda nua em frente a um homem que me desenha e me excita simplesmente por isso mesmo, porque está a desenhar-me os contornos e eu, como por magia senti-o a passar pelo meu corpo. Estará ele como eu? A minha mão quer acalmar, mas os meus dedos passeiam na minha púbis e eu estou-me borrifando para o facto de não parar quieta. Ele continua a desenhar, ou finge, mas as suas faces ganham cor. Os meus dedos brincam com o meu clitóris, que acordou sob o olhar daquele homem. Vamos ver até onde resistes. 'Não se importa que eu me ponha à vontade?' perguntou 'Faça de conta que está em casa' provoquei. Ele pousa o carvão e despe a t-shirt mostrando o tronco nu. Este homem surpreende-me quando desaperta os botões das calças e as despe, mostrando que além de não usar roupa interior, o excitei imenso.
'Satisfeita? É assim que estou, minha senhora. Tudo por sua causa. Continuamos?' Gargalhei. Acabaste de me dar um livre transito para o prazer... Provocadoramente passa os dedos pelo corpo, deixando-o sujo de carvão. Eu sei o que fazes, mas não te vais rir de mim...
Em vez de deitada, encosto-me na chaise long e entreabro as pernas de frente para ele. Olha para mim. A minha mão recomeça a caminhada para o meu bel-prazer. O rondar do clitóris, o enfiar um dedo em mim, o trazê-lo à minha boca para me saborear...ele pára. Desvia o tripé e assim, todo nu à minha frente, limita-se a olhar para mim, a ver a minha exploração, a ouvir os meus gemidos.
Os meus dedos não se cansam, ele não se levanta, mas masturba-se e eu quero vê-lo e não o chamo. Continuo a minha caminhada pelo meu próprio corpo até lá chegar...sozinha, ao ponto que dita o fim desta bela viagem.
O desenho não ficou acabado.
'Quando volta para acabarmos o trabalho?'
'Talvez um dia destes...'
Sexta-feira, Setembro 15, 2006
Quinta-feira, Setembro 14, 2006
Recordando VII
O meu vizinho
Nunca tinha visto o circo sob esta perspectiva. Também... nunca tinha olhado para tudo o que mexe desta maneira! Mas aconteceu. Admirei os números de circo dos acrobatas, das contorcionistas com um olhar sexual: os corpos trabalhados, os toques de pele que o numero obriga e que os deixa tão juntos, a mim excitou-me tremendamente. Quando saí de lá, perto da meia noite, só pensava em me roçar em alguém Pele.. quero sentir pele.
O trajecto para casa passei-o a tentar convencer-me de que teria de me masturbar quando o que eu mais ansiava era o cheiro de um homem, sentir o seu suor, apreciar o seu corpo brilhante durante a cópula. Imaginar-me num numero de circo... Não eram os meus dedos que eu queria sentir. Estacionei o carro no inicio da minha rua. Começou a chover e eu tive de correr até á entrada do prédio. Apanhei a porta prestes a fechar, pois tinha acabado de entrar o meu vizinho do 3º Dtº...o meu Deus grego do prédio...aquele que só não vem mais vezes a minha casa por causa da mulher. Puta dum cabrão...feia, gorda, antipática e ainda por cima gestora do condomínio do prédio. Cada vez que tenho de tratar de alguma coisa com ela até o estômago se enrola.... Como é que é possível um homem como ele, simpático, com bom aspecto, desportista, estar casado com uma mulher com um aspecto tão sedentário como ela? Um dia destes vais pagar pelo filho de puta de feitio que tens, cabra...Oh se vais...
Entrei em casa e fui a correr para o chuveiro. A minha cabeça não parava de pensar no circo e na vontade que eu tinha trazido de lá. Sequei o cabelo, vesti um fato de treino e
Decidi que era hoje. Tinha de ser hoje vais pagar por esse mau feitio, sua bruxa...
Subi até ao terceiro andar a correr pelas escadas. A hora tardia iria ajudar...
Toquei á campainha e foi ele que me abriu a porta. “Olá João, peço desculpa pela hora, mas como reparei que tinha entrado agora no prédio, sabia que não o ia acordar...a sua mulher está?” perguntei a saber a resposta “Não, ela este fim de semana foi a casa dos pais dela” “Então pode só ir ver uma coisa em minha casa para depois lhe dizer? Acho que tenho uma infiltração” com mais uns argumentos, lá veio ele comigo para ver o estrago...
Ele entrou á minha frente. Fechei a porta da entrada atras de mim e levei-o para o quarto, para ver a parede onde estava a dita infiltração. Baixou-se e colocou um joelho no chão, apalpando a parede, certificando-se que esta estava húmida “isto deve ser de algum cano no contador. Esta é a parede do contador deste piso” “pois é” respondi-lhe enquanto lhe tapava os olhos com um lenço que tinha antes colocado no bolso “Mas...que brincadeira é esta?”
Sussurrei um “É um jogo” ao seu ouvido. “há dois jogadores e ambos não poderão contar a ninguém a estratégia, nem o local onde o jogo aconteceu. Descansa, que para todos os efeitos isto não está a acontecer. Agora deixa-me sentir a tua pele, é só isso que eu quero”
As tentativas dele para não jogar foram poucas e sem consistência, por isso continuei sem receio. Com o lenço posto, ajudei-o a sentar-se na cama, onde de joelhos para ele lhe desapertei os botões da camisa e lha despi. A minha primeira reacção foi beijar-lhe o peito e lamber-lhe os mamilos. Ele sobressaltou-se mas não se moveu. Desapertei-lhe as calças, abri-lhe a braguilha e forcei o tronco dele a cair para trás, para se deitar. Despi-lhe as calças, as boxers e, claro, as meias. É bom acariciar as pernas rijas e definidas dele. Despi também o meu fato de treino sob a sua quietude e silencio apreensivo e subi para a cama, para cima dele, admirando finalmente o meu vizinho... na minha cama, nu e vendado.
Beijei-o com vontade de lhe contar os dentes com a língua... que boca deliciosa....enquanto roçava as minhas mamas no seu peito. Os sexos tocavam-se e despertavam. Que pele, que vontade... Lambi o que alcancei enquanto o provocava. Abracei-o, cheirei o seu pescoço, enquanto ele me acariciava o cabelo e as costas. Não saí de cima dele, nem tardou a que o movimento das minhas ancas fizesse alojar o seu sexo dentro do meu.
Deixei-o entrar bem devagar, para sentir todos os milímetros, todas as suas veias...e olhei... adoro assistir a esta invasão. Quando entrou permiti-me a um impulso mais forte e seco para o sentir no fundo. Gosto de estar assim. Em cima, a segurar-lhe as mãos e a fazer movimentos circulares com os quadris enquanto o beijo ou passeio as mamas pelo seu peito.
Os meus movimentos alteram-se e dão lugar a vaivéns que aumentam gradualmente a frequência. Aí deixo-me cair no seu tronco e continuo a fodê-lo colada a ele “que suor delicioso”, enquanto ele me segura nas nádegas e mas aperta com força. Tento levantar o tronco e abrandar a cadência, mas pouco resistimos e ele segura-me pelas ancas pressionando-me contra ele obrigando-me a seguir o seu ritmo. Deixo-me ir porque não quero atrasar mais.
A coordenação atinge o auge e eu, prevendo que ele se vai vir, tiro-lhe o lenço dos olhos “quero olhar para ti enquanto te vens”. Ele fixa-me, continuando os movimentos até que ambos atingimos o orgasmo.
É bom ouvir a respiração ofegante dele na minha cama.
“que loucura” diz parecendo acordar de um sonho e começando a levantar-se.
“o quê? Perguntei “as infiltrações? É normal acontecer, João. Mas pronto...já viu onde é o problema, por isso pode dizer à sua mulher para ela mandar cá vir alguém arranjar” respondi-lhe.
Depois de alguns minutos o João saiu de minha casa e subiu as escadas para casa dele...fácil. Eu saciei a minha vontade de sentir pele de homem e um falo entre as pernas, em vez dos meus dedos.
Tenho de ir mais vezes ao circo...
Nunca tinha visto o circo sob esta perspectiva. Também... nunca tinha olhado para tudo o que mexe desta maneira! Mas aconteceu. Admirei os números de circo dos acrobatas, das contorcionistas com um olhar sexual: os corpos trabalhados, os toques de pele que o numero obriga e que os deixa tão juntos, a mim excitou-me tremendamente. Quando saí de lá, perto da meia noite, só pensava em me roçar em alguém Pele.. quero sentir pele.
O trajecto para casa passei-o a tentar convencer-me de que teria de me masturbar quando o que eu mais ansiava era o cheiro de um homem, sentir o seu suor, apreciar o seu corpo brilhante durante a cópula. Imaginar-me num numero de circo... Não eram os meus dedos que eu queria sentir. Estacionei o carro no inicio da minha rua. Começou a chover e eu tive de correr até á entrada do prédio. Apanhei a porta prestes a fechar, pois tinha acabado de entrar o meu vizinho do 3º Dtº...o meu Deus grego do prédio...aquele que só não vem mais vezes a minha casa por causa da mulher. Puta dum cabrão...feia, gorda, antipática e ainda por cima gestora do condomínio do prédio. Cada vez que tenho de tratar de alguma coisa com ela até o estômago se enrola.... Como é que é possível um homem como ele, simpático, com bom aspecto, desportista, estar casado com uma mulher com um aspecto tão sedentário como ela? Um dia destes vais pagar pelo filho de puta de feitio que tens, cabra...Oh se vais...
Entrei em casa e fui a correr para o chuveiro. A minha cabeça não parava de pensar no circo e na vontade que eu tinha trazido de lá. Sequei o cabelo, vesti um fato de treino e
Decidi que era hoje. Tinha de ser hoje vais pagar por esse mau feitio, sua bruxa...
Subi até ao terceiro andar a correr pelas escadas. A hora tardia iria ajudar...
Toquei á campainha e foi ele que me abriu a porta. “Olá João, peço desculpa pela hora, mas como reparei que tinha entrado agora no prédio, sabia que não o ia acordar...a sua mulher está?” perguntei a saber a resposta “Não, ela este fim de semana foi a casa dos pais dela” “Então pode só ir ver uma coisa em minha casa para depois lhe dizer? Acho que tenho uma infiltração” com mais uns argumentos, lá veio ele comigo para ver o estrago...
Ele entrou á minha frente. Fechei a porta da entrada atras de mim e levei-o para o quarto, para ver a parede onde estava a dita infiltração. Baixou-se e colocou um joelho no chão, apalpando a parede, certificando-se que esta estava húmida “isto deve ser de algum cano no contador. Esta é a parede do contador deste piso” “pois é” respondi-lhe enquanto lhe tapava os olhos com um lenço que tinha antes colocado no bolso “Mas...que brincadeira é esta?”
Sussurrei um “É um jogo” ao seu ouvido. “há dois jogadores e ambos não poderão contar a ninguém a estratégia, nem o local onde o jogo aconteceu. Descansa, que para todos os efeitos isto não está a acontecer. Agora deixa-me sentir a tua pele, é só isso que eu quero”
As tentativas dele para não jogar foram poucas e sem consistência, por isso continuei sem receio. Com o lenço posto, ajudei-o a sentar-se na cama, onde de joelhos para ele lhe desapertei os botões da camisa e lha despi. A minha primeira reacção foi beijar-lhe o peito e lamber-lhe os mamilos. Ele sobressaltou-se mas não se moveu. Desapertei-lhe as calças, abri-lhe a braguilha e forcei o tronco dele a cair para trás, para se deitar. Despi-lhe as calças, as boxers e, claro, as meias. É bom acariciar as pernas rijas e definidas dele. Despi também o meu fato de treino sob a sua quietude e silencio apreensivo e subi para a cama, para cima dele, admirando finalmente o meu vizinho... na minha cama, nu e vendado.
Beijei-o com vontade de lhe contar os dentes com a língua... que boca deliciosa....enquanto roçava as minhas mamas no seu peito. Os sexos tocavam-se e despertavam. Que pele, que vontade... Lambi o que alcancei enquanto o provocava. Abracei-o, cheirei o seu pescoço, enquanto ele me acariciava o cabelo e as costas. Não saí de cima dele, nem tardou a que o movimento das minhas ancas fizesse alojar o seu sexo dentro do meu.
Deixei-o entrar bem devagar, para sentir todos os milímetros, todas as suas veias...e olhei... adoro assistir a esta invasão. Quando entrou permiti-me a um impulso mais forte e seco para o sentir no fundo. Gosto de estar assim. Em cima, a segurar-lhe as mãos e a fazer movimentos circulares com os quadris enquanto o beijo ou passeio as mamas pelo seu peito.
Os meus movimentos alteram-se e dão lugar a vaivéns que aumentam gradualmente a frequência. Aí deixo-me cair no seu tronco e continuo a fodê-lo colada a ele “que suor delicioso”, enquanto ele me segura nas nádegas e mas aperta com força. Tento levantar o tronco e abrandar a cadência, mas pouco resistimos e ele segura-me pelas ancas pressionando-me contra ele obrigando-me a seguir o seu ritmo. Deixo-me ir porque não quero atrasar mais.
A coordenação atinge o auge e eu, prevendo que ele se vai vir, tiro-lhe o lenço dos olhos “quero olhar para ti enquanto te vens”. Ele fixa-me, continuando os movimentos até que ambos atingimos o orgasmo.
É bom ouvir a respiração ofegante dele na minha cama.
“que loucura” diz parecendo acordar de um sonho e começando a levantar-se.
“o quê? Perguntei “as infiltrações? É normal acontecer, João. Mas pronto...já viu onde é o problema, por isso pode dizer à sua mulher para ela mandar cá vir alguém arranjar” respondi-lhe.
Depois de alguns minutos o João saiu de minha casa e subiu as escadas para casa dele...fácil. Eu saciei a minha vontade de sentir pele de homem e um falo entre as pernas, em vez dos meus dedos.
Tenho de ir mais vezes ao circo...
Terça-feira, Setembro 12, 2006
Recordando VI
Acordada
Cansaste-te de esperar por mim e acabaste por adormecer. Eu gosto quando esperas por mim, mas hoje não consegui chegar mais cedo, e já calculava que adormecesse. Estás tão linda assim deitada, aconchegada na minha almofada.
Ficas linda com o corpo assim, deitado sobre o lado esquerdo, como sempre dormes, com a perna esquerda quase esticada e a direita, por cima, flectira.
Estás sem cuecas... estavas mesmo à minha espera…
Admiro os teus contornos, esses lábios que me acolhem tão bem, as tuas mãos e não resisto a cheirar-te, a passear a ponta dos meus dedos na tua face, tão linda que ficas a dormir, tão calma, e quando acordada ficas aquela puta selvagem que eu tanto adoro. Não resisto e beijo-te delicadamente os lábios. Tu mexes-te mas não acordas. A minha mão passeia nas tuas pernas... que pele macia…a camisa de dormir curta e desalinhada deixa o teu rabo provocar-me… que pele macia, como eu gosto do teu rabo. Beijo-o e apetece mordiscar. Os meus dedos abrem caminho pela tua carne, quero sentir o que tens entre as pernas, a pele, a temperatura, a humidade… Tu mexes-te mas não acordas. Sentes mas deixas-te levar? Sonha querida, sonha…
Os meus dedos conhecem-te bem e continuam as carícias onde sei que gostas. Estás linda…Beijo-te o rabo e enfio um dedo delicadamente na tua vagina. Afastaste as pernas, o teu corpo acorda mas o olhos continuam fechados…”Hmmm” sai de ti como resposta ás minhas investidas, que terminam por não te querer acordar…
“Dorme Bem” sussurro ao teu ouvido… e abres os olhos.
"Dorme bem?? Chegas aqui fazes o que queres e ficas por isso mesmo? ACABA!!!"
Abriste-me as pernas e lambeste dois dedos antes de os enfiares. Olhaste-me nos olhos: “É assim que queres?” disseram. “Não... quero com mais força” responderam os meus. Chupaste-me o sexo como se de uma cabeça de camarão se tratasse... sôfrego. .adoras... e mordes-me os lábios com violência “Cabrão, assim dói”. Os teus dedos continuam a foder-me, a fazer desenhos imaginários dentro de mim...”Queres ajuda caralho? Fode-me como deve ser..”
“Puta de merda”
Baixaste as tuas calças e penetraste-me de rompante, uma e outra vez. Com força, muita força, para teres a certeza de que eu estava a gostar. “Vais ficar sem poder foder durante uma semana, minha vaca”. Doía mas eu não me queixava porque sabia bem aquela dor misturada com prazer. Continuámos a nossa batalha até tu parares e saíres de mim num ápice para te vires na minha boca. Quente...que mel quente me dás... que lambi perante o teu olhar saciado enquanto me recompunha e puxava a camisa de noite para baixo e me aninhava na tua almofada:
“Agora se não te importas deixa-me dormir que amanhã tenho de me levantar cedo”
Cansaste-te de esperar por mim e acabaste por adormecer. Eu gosto quando esperas por mim, mas hoje não consegui chegar mais cedo, e já calculava que adormecesse. Estás tão linda assim deitada, aconchegada na minha almofada.
Ficas linda com o corpo assim, deitado sobre o lado esquerdo, como sempre dormes, com a perna esquerda quase esticada e a direita, por cima, flectira.
Estás sem cuecas... estavas mesmo à minha espera…
Admiro os teus contornos, esses lábios que me acolhem tão bem, as tuas mãos e não resisto a cheirar-te, a passear a ponta dos meus dedos na tua face, tão linda que ficas a dormir, tão calma, e quando acordada ficas aquela puta selvagem que eu tanto adoro. Não resisto e beijo-te delicadamente os lábios. Tu mexes-te mas não acordas. A minha mão passeia nas tuas pernas... que pele macia…a camisa de dormir curta e desalinhada deixa o teu rabo provocar-me… que pele macia, como eu gosto do teu rabo. Beijo-o e apetece mordiscar. Os meus dedos abrem caminho pela tua carne, quero sentir o que tens entre as pernas, a pele, a temperatura, a humidade… Tu mexes-te mas não acordas. Sentes mas deixas-te levar? Sonha querida, sonha…
Os meus dedos conhecem-te bem e continuam as carícias onde sei que gostas. Estás linda…Beijo-te o rabo e enfio um dedo delicadamente na tua vagina. Afastaste as pernas, o teu corpo acorda mas o olhos continuam fechados…”Hmmm” sai de ti como resposta ás minhas investidas, que terminam por não te querer acordar…
“Dorme Bem” sussurro ao teu ouvido… e abres os olhos.
"Dorme bem?? Chegas aqui fazes o que queres e ficas por isso mesmo? ACABA!!!"
Abriste-me as pernas e lambeste dois dedos antes de os enfiares. Olhaste-me nos olhos: “É assim que queres?” disseram. “Não... quero com mais força” responderam os meus. Chupaste-me o sexo como se de uma cabeça de camarão se tratasse... sôfrego. .adoras... e mordes-me os lábios com violência “Cabrão, assim dói”. Os teus dedos continuam a foder-me, a fazer desenhos imaginários dentro de mim...”Queres ajuda caralho? Fode-me como deve ser..”
“Puta de merda”
Baixaste as tuas calças e penetraste-me de rompante, uma e outra vez. Com força, muita força, para teres a certeza de que eu estava a gostar. “Vais ficar sem poder foder durante uma semana, minha vaca”. Doía mas eu não me queixava porque sabia bem aquela dor misturada com prazer. Continuámos a nossa batalha até tu parares e saíres de mim num ápice para te vires na minha boca. Quente...que mel quente me dás... que lambi perante o teu olhar saciado enquanto me recompunha e puxava a camisa de noite para baixo e me aninhava na tua almofada:
“Agora se não te importas deixa-me dormir que amanhã tenho de me levantar cedo”
Sexta-feira, Setembro 08, 2006
Recordando V
A Minha Vez
- Para S. Bento, s.f.f.
Detesto conduzir em Lisboa, ainda mais estacionar. O táxi serpenteia pelas ruas de Lisboa enquanto eu imagino a cara dele quando entrar naquela sala.
- São 15 euros, menina
- Credo!! Eu não andava de táxi há muito tempo, mas xiça… 15 euros? Tem a certeza que não se esqueceu de desligar o taxímetro depois do cliente anterior sair?
- Tá a gozar comigo, menina?
- Não, mas você está de certeza. Mas pronto, tem de ser, não é! (deixa, ladrão que rouba ladrão, tem cem anos de perdão)
Saí do táxi ajeitando a saia e com cuidado para não enfiar os saltos nesta linda calçada portuguesa e subo a escadaria que dá acesso à maior cozinha deste país (só tachos!!)
- Boa tarde, em que posso ser útil?
- Boa tarde, tenho uma audiência marcada com o Dr. Vasco Silva Martins
- No segundo andar. Um assistente acompanhará a senhora.
- Obrigada. - Linda e segura de mim lá fui seguindo as indicações de quem me guiava. Finalmente tinha conseguido marcar uma audiência.
- Aguarde aqui, por favor.
Não vou negar que a decoração daqueles corredores dêem de facto um ar romântico à situação. Tudo serve de inspiração quando se trata de perder a pose.
- Minha senhora, o Dr. Vasco Martins vai recebê-la agora.
- Obrigada. – Fui acompanhada até à entrada da sala. Ele já ma tinha tentado descrever, mas eu não confio muito nas suas qualidades descritivas, por isso só vendo mesmo. O pé direito daquela sala devia ter uns 5 metros. No alto, o tecto trabalhado em estuque e o candelabro davam continuidade ao ar romântico do corredor. Em baixo, eu pisava uma carpete vermelha que ocupa o meio da sala, emoldurada pelos tacos brilhantemente encerados. A mesa dele está perto da janela, onde se vê uma qualquer rua de Lisboa.
- Obrigada, Marco, pode ir. – disse ao assistente, com a voz embargada pela surpresa de me ver ali. – Tu és completamente doida.! Tu não me digas que tu é que andas a melgar a minha secretária, para marcar uma audiência para me apresentares a árvore das patacas!
- É verdade, eu mesma. – Disse a sorrir. – Alguém tem de vos dar ideias. Mas olha que não me posso demorar. Tenho uma hora. Depois tenho uma amiga à espera para ir às compras.
A mesa dele é rectangular, com os papéis organizados nas extremidades. Por isso, tomei a liberdade de me sentar em cima dela, mas de frente para ele, onde os únicos papéis eram os que estava a ler e que foram facilmente desviados. Os meus pés descansaram nos braços da cadeira dele, onde se recostava, agitado, com o sorriso de quem estava incomodado com o que estava a passar, mas ao mesmo tempo excitado com o risco. As mãos dele não demoraram a iniciar a subida pelas minhas pernas, descobrindo as coxas antes tapadas pela saia. "Anda, sabes o que quero". Fechei os olhos, para sentir apenas o toque das suas mãos. Abriu-me as pernas e percorreu as minhas virilhas com os dois polegares, um de cada lado, a expulsar as cuecas do caminho. O meu olhar lânguido denunciou o prazer que eu ansiava, enquanto lhe segurava na cabeça.
- Deita-te – disse-me.
A sua língua deu-me a sentir o melhor aperitivo que uma mulher apaixonada pode sentir. Fui saboreada de uma forma como ele nunca tinha experimentado, o meu clitóris presenteado de forma quase alucinante... "Vem-te, querida, aqui, na minha boca" disseram os olhos dele. "Não, quero vir-me em cima de ti". Levantei o tronco e afastei-o do seu manjar, delicadamente. Deslizava para o seu colo enquanto ele desapertava as calças e as baixava, continuando sentado. E as nossas bocas sentiram o meu sabor, que luzia nos seus lábios. Lentamente fiz-me dona e senhora daquele falo que reclamava atenção "Sê Bem-vindo ao meu humilde e quente casulo". Sei que sou previsível, mas não sei sentir de outra forma. "Olha para mim, quero ver a tua expressão quando te vieres" e deixei a minha vontade e tesão tomar conta de mim. O meu corpo balanceou no seu colo, as minhas pernas tremeram e eu senti um dos melhores orgasmos que ele me proporcionou desde que estamos juntos.
- Dás cabo de mim, doida. – disse enquanto se vestia e se certificada que nenhuma matéria orgânica tinha manchado o seu "Tenente".
- Gostaste da visita? – perguntei enquanto lhe acariciava o rosto. – Ainda bem. Agora tenho de ir, que a Maria está à minha espera.
- Tenho uma surpresa para ti. Era para te entregar à noite, mas já que cá vieste… - Não queria acreditar no que via. A viagem que lhe pedi, ao Dubai, estava ali, na minha mão.
Depois de tanto tempo a insistir, lá consegui…
- Obrigada Amor. Obrigada mesmo… Bem, vou-me embora. Passas lá por casa logo?
- Não sei, acho que a minha mulher marcou um jantar qualquer, mas depois telefono-te.
- Ok, fico à espera. - Ele veio acompanhar-me à porta – Muito obrigada pelo tempo que me dispensou, Dr.
- De nada minha senhora.
Porta fora, óculos de sol nas ventas que este mês de Setembro está um espectáculo. Respirei fundo….Estava a ver que era só o Governo a foder-me a mim…Que bem que sabe foder o corpo e a carteira de um membro do governo, p’ra variar…
- Para S. Bento, s.f.f.
Detesto conduzir em Lisboa, ainda mais estacionar. O táxi serpenteia pelas ruas de Lisboa enquanto eu imagino a cara dele quando entrar naquela sala.
- São 15 euros, menina
- Credo!! Eu não andava de táxi há muito tempo, mas xiça… 15 euros? Tem a certeza que não se esqueceu de desligar o taxímetro depois do cliente anterior sair?
- Tá a gozar comigo, menina?
- Não, mas você está de certeza. Mas pronto, tem de ser, não é! (deixa, ladrão que rouba ladrão, tem cem anos de perdão)
Saí do táxi ajeitando a saia e com cuidado para não enfiar os saltos nesta linda calçada portuguesa e subo a escadaria que dá acesso à maior cozinha deste país (só tachos!!)
- Boa tarde, em que posso ser útil?
- Boa tarde, tenho uma audiência marcada com o Dr. Vasco Silva Martins
- No segundo andar. Um assistente acompanhará a senhora.
- Obrigada. - Linda e segura de mim lá fui seguindo as indicações de quem me guiava. Finalmente tinha conseguido marcar uma audiência.
- Aguarde aqui, por favor.
Não vou negar que a decoração daqueles corredores dêem de facto um ar romântico à situação. Tudo serve de inspiração quando se trata de perder a pose.
- Minha senhora, o Dr. Vasco Martins vai recebê-la agora.
- Obrigada. – Fui acompanhada até à entrada da sala. Ele já ma tinha tentado descrever, mas eu não confio muito nas suas qualidades descritivas, por isso só vendo mesmo. O pé direito daquela sala devia ter uns 5 metros. No alto, o tecto trabalhado em estuque e o candelabro davam continuidade ao ar romântico do corredor. Em baixo, eu pisava uma carpete vermelha que ocupa o meio da sala, emoldurada pelos tacos brilhantemente encerados. A mesa dele está perto da janela, onde se vê uma qualquer rua de Lisboa.
- Obrigada, Marco, pode ir. – disse ao assistente, com a voz embargada pela surpresa de me ver ali. – Tu és completamente doida.! Tu não me digas que tu é que andas a melgar a minha secretária, para marcar uma audiência para me apresentares a árvore das patacas!
- É verdade, eu mesma. – Disse a sorrir. – Alguém tem de vos dar ideias. Mas olha que não me posso demorar. Tenho uma hora. Depois tenho uma amiga à espera para ir às compras.
A mesa dele é rectangular, com os papéis organizados nas extremidades. Por isso, tomei a liberdade de me sentar em cima dela, mas de frente para ele, onde os únicos papéis eram os que estava a ler e que foram facilmente desviados. Os meus pés descansaram nos braços da cadeira dele, onde se recostava, agitado, com o sorriso de quem estava incomodado com o que estava a passar, mas ao mesmo tempo excitado com o risco. As mãos dele não demoraram a iniciar a subida pelas minhas pernas, descobrindo as coxas antes tapadas pela saia. "Anda, sabes o que quero". Fechei os olhos, para sentir apenas o toque das suas mãos. Abriu-me as pernas e percorreu as minhas virilhas com os dois polegares, um de cada lado, a expulsar as cuecas do caminho. O meu olhar lânguido denunciou o prazer que eu ansiava, enquanto lhe segurava na cabeça.
- Deita-te – disse-me.
A sua língua deu-me a sentir o melhor aperitivo que uma mulher apaixonada pode sentir. Fui saboreada de uma forma como ele nunca tinha experimentado, o meu clitóris presenteado de forma quase alucinante... "Vem-te, querida, aqui, na minha boca" disseram os olhos dele. "Não, quero vir-me em cima de ti". Levantei o tronco e afastei-o do seu manjar, delicadamente. Deslizava para o seu colo enquanto ele desapertava as calças e as baixava, continuando sentado. E as nossas bocas sentiram o meu sabor, que luzia nos seus lábios. Lentamente fiz-me dona e senhora daquele falo que reclamava atenção "Sê Bem-vindo ao meu humilde e quente casulo". Sei que sou previsível, mas não sei sentir de outra forma. "Olha para mim, quero ver a tua expressão quando te vieres" e deixei a minha vontade e tesão tomar conta de mim. O meu corpo balanceou no seu colo, as minhas pernas tremeram e eu senti um dos melhores orgasmos que ele me proporcionou desde que estamos juntos.
- Dás cabo de mim, doida. – disse enquanto se vestia e se certificada que nenhuma matéria orgânica tinha manchado o seu "Tenente".
- Gostaste da visita? – perguntei enquanto lhe acariciava o rosto. – Ainda bem. Agora tenho de ir, que a Maria está à minha espera.
- Tenho uma surpresa para ti. Era para te entregar à noite, mas já que cá vieste… - Não queria acreditar no que via. A viagem que lhe pedi, ao Dubai, estava ali, na minha mão.
Depois de tanto tempo a insistir, lá consegui…
- Obrigada Amor. Obrigada mesmo… Bem, vou-me embora. Passas lá por casa logo?
- Não sei, acho que a minha mulher marcou um jantar qualquer, mas depois telefono-te.
- Ok, fico à espera. - Ele veio acompanhar-me à porta – Muito obrigada pelo tempo que me dispensou, Dr.
- De nada minha senhora.
Porta fora, óculos de sol nas ventas que este mês de Setembro está um espectáculo. Respirei fundo….Estava a ver que era só o Governo a foder-me a mim…Que bem que sabe foder o corpo e a carteira de um membro do governo, p’ra variar…
Segunda-feira, Setembro 04, 2006
Recordando IV
Por prazer...
Vendo-te, porque sempre gostaste e tiveste curiosidade acerca do desconhecido e doloroso papel de homem submisso. Vesti-me de propósito para a ocasião: meias de ligas e botas altas de salto agulha, pretas. A lingerie não é de renda, desculpa, mas detesto renda, por isso escolhi lycra. Preta. Para o que é basta e estou mais cómoda.
Ainda estás de pé, tentas relaxar, mas ficas alerta, pois é a primeira vez que o fazemos. A tua cabeça movimenta-se para onde ouve o som dos meus saltos. “De gatas, já” ordeno-te...é assim que gostam mais de nos comer, não é? Mas hoje é a minha vez. Lindo menino...ficou logo de gatas para a mamã. Achas graça à nossa brincadeira. Por ser a primeira vez, nem sei bem o que te faça, mas que vais sofrer, vais, meu amor.
Passeio as minhas unhas nas tuas costas, para que me sintas e monto-te. “Dás um belo cavalo...ou burro, dependendo do resultado da montaria” e nesse momento tu ouves “clique” e noto na tua cara a expressão de medo, quase pânico. Que lindo que ficaste quando ouviste a navalha a abrir... nada a ver com a expressão que fazes quando me sodomizas....é o reverso da medalha, meu amor.
E a ponta da navalha inicia a sua viagem: percorre o teu braço, começando nos teus dedos, subindo até ao ombro e acabando na tua orelha, onde eu coloco a minha boca e te sussurro: “Serias capaz de morrer por prazer?” E tu empalideces, porque sabes que sou capaz de muita coisa. A ponta da navalha passeia pela tua cara...que lindo rosto...eu não te quero magoar, mas quero fazer-te sofrer. Vou mostrar-te com quantas letras se escreve o meu nome.
A pressão da ponta da navalha deixa-te marcas no rosto, mas eu poupo-te dos arranhões. E tu transpiras....”Meu amor...quando me comes nunca transpiras tanto, porquê isso agora?” e tu nem me respondes...a tua respiração está irregular, apenas esperas...e rezas para que nada te aconteça.Levanto-me. “Deita-te já, meu cabrão...barriga para cima”. E sento-me em cima de ti, na mesma posição em que noutras ocasiões tanto gozei....quer dizer, hoje também vou gozar, mas não da mesma forma. E tu atreves-te: “O que me vais fazer?” “Cala-te já, meu estúpido, quem é que manda??” e a ponta da navalha passeia pelo teu pescoço, pela tua maçã de Adão e desce, numa descida sinuosa, pressionando a ponta dos teus mamilos e desce pela tua barriga, pressionando e marcando a viagem. Em alguns pontos a pele fica muito vermelha, assegurando que estou a desempenhar bem o meu papel.
Mas eu não tenho muita paciência para isto, por isso decido acabar em grande. “Levanta-te e debruça-te sobre a mesa” e eu ajudo-te, pois não vês um corno à frente e roço-me em ti. Encosto a navalha ao teu membro...ai...ficou assustadinho, o menino...e a ponta da navalha percorre as tuas pernas, sobe pelo seu interior ...”Abre as pernas” e tu resistes “Pára com isso, que vais fazer?” “Cala-te, já te disse” e pontapeio os teus pés para que abras as pernas. E a ponta da navalha brinca nas tuas nádegas, contorna o teu ânus e tu retrais-te, ficas impaciente “Pára” e eu dou-te uma dentada numa nádega “Paro quando EU quiser” e a navalha continua a rodear o teu anus e nessa altura ouço-te fungar, as lágrimas e serem absorvidas pela venda...
Choras, meu amor, choras...e eu nem te cheguei a fazer nada. “clique” e a navalha recolhe. “Acabou?” perguntas ainda vendado “Acabou mesmo? Posso tirar a venda? Fogo, estava a ver que te passava alguma coisa má pela ideia...”
Cobarde...jogos sexuais? Para ti jogos sexuais são só aqueles em que os meus buracos é que são preenchidos...não me mereces...não és corajoso o suficiente para me continuares a comer...tanto te dei sem nunca pedir nada em troca, só pelo prazer de te ter, mas tu, a primeira vez que te peço um sacrifício, choras que nem um bebé...serás sempre um menino mimado. Serás sempre um Burro cobarde...
Vendo-te, porque sempre gostaste e tiveste curiosidade acerca do desconhecido e doloroso papel de homem submisso. Vesti-me de propósito para a ocasião: meias de ligas e botas altas de salto agulha, pretas. A lingerie não é de renda, desculpa, mas detesto renda, por isso escolhi lycra. Preta. Para o que é basta e estou mais cómoda.
Ainda estás de pé, tentas relaxar, mas ficas alerta, pois é a primeira vez que o fazemos. A tua cabeça movimenta-se para onde ouve o som dos meus saltos. “De gatas, já” ordeno-te...é assim que gostam mais de nos comer, não é? Mas hoje é a minha vez. Lindo menino...ficou logo de gatas para a mamã. Achas graça à nossa brincadeira. Por ser a primeira vez, nem sei bem o que te faça, mas que vais sofrer, vais, meu amor.
Passeio as minhas unhas nas tuas costas, para que me sintas e monto-te. “Dás um belo cavalo...ou burro, dependendo do resultado da montaria” e nesse momento tu ouves “clique” e noto na tua cara a expressão de medo, quase pânico. Que lindo que ficaste quando ouviste a navalha a abrir... nada a ver com a expressão que fazes quando me sodomizas....é o reverso da medalha, meu amor.
E a ponta da navalha inicia a sua viagem: percorre o teu braço, começando nos teus dedos, subindo até ao ombro e acabando na tua orelha, onde eu coloco a minha boca e te sussurro: “Serias capaz de morrer por prazer?” E tu empalideces, porque sabes que sou capaz de muita coisa. A ponta da navalha passeia pela tua cara...que lindo rosto...eu não te quero magoar, mas quero fazer-te sofrer. Vou mostrar-te com quantas letras se escreve o meu nome.
A pressão da ponta da navalha deixa-te marcas no rosto, mas eu poupo-te dos arranhões. E tu transpiras....”Meu amor...quando me comes nunca transpiras tanto, porquê isso agora?” e tu nem me respondes...a tua respiração está irregular, apenas esperas...e rezas para que nada te aconteça.Levanto-me. “Deita-te já, meu cabrão...barriga para cima”. E sento-me em cima de ti, na mesma posição em que noutras ocasiões tanto gozei....quer dizer, hoje também vou gozar, mas não da mesma forma. E tu atreves-te: “O que me vais fazer?” “Cala-te já, meu estúpido, quem é que manda??” e a ponta da navalha passeia pelo teu pescoço, pela tua maçã de Adão e desce, numa descida sinuosa, pressionando a ponta dos teus mamilos e desce pela tua barriga, pressionando e marcando a viagem. Em alguns pontos a pele fica muito vermelha, assegurando que estou a desempenhar bem o meu papel.
Mas eu não tenho muita paciência para isto, por isso decido acabar em grande. “Levanta-te e debruça-te sobre a mesa” e eu ajudo-te, pois não vês um corno à frente e roço-me em ti. Encosto a navalha ao teu membro...ai...ficou assustadinho, o menino...e a ponta da navalha percorre as tuas pernas, sobe pelo seu interior ...”Abre as pernas” e tu resistes “Pára com isso, que vais fazer?” “Cala-te, já te disse” e pontapeio os teus pés para que abras as pernas. E a ponta da navalha brinca nas tuas nádegas, contorna o teu ânus e tu retrais-te, ficas impaciente “Pára” e eu dou-te uma dentada numa nádega “Paro quando EU quiser” e a navalha continua a rodear o teu anus e nessa altura ouço-te fungar, as lágrimas e serem absorvidas pela venda...
Choras, meu amor, choras...e eu nem te cheguei a fazer nada. “clique” e a navalha recolhe. “Acabou?” perguntas ainda vendado “Acabou mesmo? Posso tirar a venda? Fogo, estava a ver que te passava alguma coisa má pela ideia...”
Cobarde...jogos sexuais? Para ti jogos sexuais são só aqueles em que os meus buracos é que são preenchidos...não me mereces...não és corajoso o suficiente para me continuares a comer...tanto te dei sem nunca pedir nada em troca, só pelo prazer de te ter, mas tu, a primeira vez que te peço um sacrifício, choras que nem um bebé...serás sempre um menino mimado. Serás sempre um Burro cobarde...
Sexta-feira, Setembro 01, 2006
Recordando III
Nas nuvens
Tinha pensado tanto naquela entrevista, tantas fases por que passei, etapas que fui conquistando aos outros candidatos. Agora chegou o dia em que iria ter ‘a’ entrevista.O Director Comercial iria entrevistar a sua nova assistente. Até aqui tinha sido sempre a empresa de recrutamento, mas agora iria ser com ele. Que nervoso...Torre 3 das Amoreiras, 12º andar.
Vesti a minha saia bege de tecido leve, um pouco evasé que cai em cima dos joelhos, a blusa bege com motivos florais castanhos cuja semi transparência me faz sentir linda e as sandálias beijes, pouco salto pois tenho medo das alturas. Lá fui eu, com a auto estima no auge, pois o dia pedia.
Elevador cheio (que raio, detesto estes apertos). Metida nos meus pensamentos encostei-me a um canto, a rezar para que tudo me corresse pelo melhor.Não outra ponta do elevador, um pedaço de mau caminho: não, não era bonito, mas aquele ar pensativo, o fato cinzento, o cabelo preto com algumas mechas ainda molhadas, sim senhor, rico metro e oitenta. O elevador ia subindo, as pessoas saindo e aquele olhar subitamente pregado em mim. Sorrio.
Dei comigo a deslizar pela parede do elevador, para, como quem não quer a coisa, ficar ao seu lado...que cheiro...Ele olhou para mim e voltou a sorrir. 10º andar, a ultima pessoa saiu e ficámos sós. Assim que as portas fecham, o homem fica possuído (e ainda bem para mim) pois vira-se num repente, pára o elevador, encosta-me à parede metálica do elevador e sem mais enfia-me a mão no meio das pernas olhando-me nos olhos.Beija-me e eu nem reclamo de agradavelmente surpreendida que estava. A sua mão esquerda a segurar-me na nuca, a direita a tirar a saia do caminho e a desviar-me as cuecas para me acariciar. Eu limitei-me a ficar encostada, com as mãos ao lado do meu corpo, como que a segurar-me às paredes do elevador.
Que mão marota...deliciosamente marota, me desviava dos meus pensamentos. Arrisquei apenas a sentir-lhe o cabelo (lindo) a cair-lhe nos ombros, muito bem tratado e cheiroso.
- Desculpe, mas desde que a vi entrar que pensava nisto disse-me. (Porra, com o elevador cheio de gente e ele olha logo para MIM?) Podemos sair um dia destes?
E eu nem conseguia responder, de tão nas nuvens que estava. - Podemos sair?
- Hãa???? (que chanca...)
O homem jeitoso tinha-me obrigado a regressar da viagem que fez comigo
- Perguntava-lhe se podemos sair, é que estamos no 12º andar
- Obrigada, estava mesmo distraída.
Foda-se...sempre nas nuvens...
Tinha pensado tanto naquela entrevista, tantas fases por que passei, etapas que fui conquistando aos outros candidatos. Agora chegou o dia em que iria ter ‘a’ entrevista.O Director Comercial iria entrevistar a sua nova assistente. Até aqui tinha sido sempre a empresa de recrutamento, mas agora iria ser com ele. Que nervoso...Torre 3 das Amoreiras, 12º andar.
Vesti a minha saia bege de tecido leve, um pouco evasé que cai em cima dos joelhos, a blusa bege com motivos florais castanhos cuja semi transparência me faz sentir linda e as sandálias beijes, pouco salto pois tenho medo das alturas. Lá fui eu, com a auto estima no auge, pois o dia pedia.
Elevador cheio (que raio, detesto estes apertos). Metida nos meus pensamentos encostei-me a um canto, a rezar para que tudo me corresse pelo melhor.Não outra ponta do elevador, um pedaço de mau caminho: não, não era bonito, mas aquele ar pensativo, o fato cinzento, o cabelo preto com algumas mechas ainda molhadas, sim senhor, rico metro e oitenta. O elevador ia subindo, as pessoas saindo e aquele olhar subitamente pregado em mim. Sorrio.
Dei comigo a deslizar pela parede do elevador, para, como quem não quer a coisa, ficar ao seu lado...que cheiro...Ele olhou para mim e voltou a sorrir. 10º andar, a ultima pessoa saiu e ficámos sós. Assim que as portas fecham, o homem fica possuído (e ainda bem para mim) pois vira-se num repente, pára o elevador, encosta-me à parede metálica do elevador e sem mais enfia-me a mão no meio das pernas olhando-me nos olhos.Beija-me e eu nem reclamo de agradavelmente surpreendida que estava. A sua mão esquerda a segurar-me na nuca, a direita a tirar a saia do caminho e a desviar-me as cuecas para me acariciar. Eu limitei-me a ficar encostada, com as mãos ao lado do meu corpo, como que a segurar-me às paredes do elevador.
Que mão marota...deliciosamente marota, me desviava dos meus pensamentos. Arrisquei apenas a sentir-lhe o cabelo (lindo) a cair-lhe nos ombros, muito bem tratado e cheiroso.
- Desculpe, mas desde que a vi entrar que pensava nisto disse-me. (Porra, com o elevador cheio de gente e ele olha logo para MIM?) Podemos sair um dia destes?
E eu nem conseguia responder, de tão nas nuvens que estava. - Podemos sair?
- Hãa???? (que chanca...)
O homem jeitoso tinha-me obrigado a regressar da viagem que fez comigo
- Perguntava-lhe se podemos sair, é que estamos no 12º andar
- Obrigada, estava mesmo distraída.
Foda-se...sempre nas nuvens...




